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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Eric Campos Bastos Guedes: sobre minha morte

Cada vez mais os acontecimentos reforçam a tese de que os ‘terroristas’ somos nós. Quem examinar os fatos com algum cuidado logo chegará a conclusão de que o verdadeiro responsável pelo atentado ao World Trade Center não foi Osama Bin Laden, mas sim o próprio governo americano. Para constatar a veracidade do que digo basta assistir ao ótimo documentário Zeitgeist.

Pelo governo de Barak Obana não ter buscado esclarecer os fatos relativos ao atentado de 11 de setembro, segue-se naturalmente a conclusão de que o presidente Obama está também envolvido no crime infame. Sendo os Estados Unidos da América o modelo padrão de democracia e poder, deduz-se que a democracia norte-americana, do modo como está, é uma grande fraude e que, portanto, a democracia a nível planetário encontra-se sob grave ameaça.

O problema é mundial, não me parece ser de alguns países apenas. Esse é o grande problema. No passado, se fôssemos perseguidos em nosso país, poderíamos pedir asilo em outro. Essa solução do asilo parece ser um tanto inacessível para grande parte da população. Como sobreviver num país estranho, com outro idioma, outros costumes e outras leis? Ainda que nos adaptemos bem, sendo mundial o problema enfrentado, que garantias se pode ter de não sermos perseguidos também em solo estrangeiro? Se a perseguição não cessar, teremos feito um grande esforço em vão e teremos gasto nossos recursos financeiros debalde.

Muitas pessoas que buscam a Excelência no que fazem e que não se corrompem diante das seduções do mundo e não se acovardaram diante das ameaças de nossos carrascos estão sob risco de morte. O poder que ilude e engana a população teme que suas mentiras sejam desmascaradas. E o temor dessas pessoas explica-se diante de atos tão baixos, tão pérfidos e tão repugnantes que encheriam de indignação o mais insensível dos homens do povo.

Tenho sofrido ameaças de morte cada vez mais convincentes e a última me deixou mais preocupado que o habitual. Dessa vez a ameaça foi percebida por pessoas próximas que, sem falarem de modo direto, mostraram com suas atitudes e palavras que estavam realmente preocupadas. O perigo agora é percebido por familiares. Me disseram que a pessoa que tirará minha vida já está na cidade. Isso pode ser verdade ou não, mas toda ameaça de morte deve ser levada a sério por quem a sofreu. Por isso me queixei na DPO aqui de Santa Maria de Campos e estou postando esse texto com a intenção de indicar quem poderia estar por trás do possível atentado.

Os Suspeitos

(1) O governo brasileiro, pelas denúncias que estou fazendo contra ele;
(2) O sistema psiquiátrico, por eu ter descoberto um tratamento mais eficaz para problemas que são tratados atualmente com medicações cheias de efeitos colaterais;
(3) A Nova Ordem Mundial, representada hoje pelo presidente norte-americano Barak Obama;

Já adianto que se me matarem será feito algum esforço para me qualificar como um “louco”, para me imputar condutas de caráter duvidoso, para me acusar de crimes que eu teria cometido. Enfim, quando me matarem o caso será rapidamente abafado ou, se abafar o caso for difícil ou impossível, ele será noticiado no contexto mentiroso que referi: minha morte será um mistério ou uma fraude investigativa.

Um link esclarecedor é o seguinte:
http://www.docstoc.com/docs/5851601/O-Povo-Cego-e-as-Farsas-do-Poder
“O Povo Cego e as Farsas do Poder” (livro-denúncia)

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Eric Campos Bastos Guedes: sobre minha morte

Cada vez mais os acontecimentos reforçam a tese de que os ‘terroristas’ somos nós. Quem examinar os fatos com algum cuidado logo chegará a conclusão de que o verdadeiro responsável pelo atentado ao World Trade Center não foi Osama Bin Laden, mas sim o próprio governo americano. Para constatar a veracidade do que digo basta assistir ao ótimo documentário Zeitgeist.

Pelo governo de Barak Obana não ter buscado esclarecer os fatos relativos ao atentado de 11 de setembro, segue-se naturalmente a conclusão de que o presidente Obama está também envolvido no crime infame. Sendo os Estados Unidos da América o modelo padrão de democracia e poder, deduz-se que a democracia norte-americana, do modo como está, é uma grande fraude e que, portanto, a democracia a nível planetário encontra-se sob grave ameaça.

O problema é mundial, não me parece ser de alguns países apenas. Esse é o grande problema. No passado, se fôssemos perseguidos em nosso país, poderíamos pedir asilo em outro. Essa solução do asilo parece ser um tanto inacessível para grande parte da população. Como sobreviver num país estranho, com outro idioma, outros costumes e outras leis? Ainda que nos adaptemos bem, sendo mundial o problema enfrentado, que garantias se pode ter de não sermos perseguidos também em solo estrangeiro? Se a perseguição não cessar, teremos feito um grande esforço em vão e teremos gasto nossos recursos financeiros debalde.

Muitas pessoas que buscam a Excelência no que fazem e que não se corrompem diante das seduções do mundo e não se acovardaram diante das ameaças de nossos carrascos estão sob risco de morte. O poder que ilude e engana a população teme que suas mentiras sejam desmascaradas. E o temor dessas pessoas explica-se diante de atos tão baixos, tão pérfidos e tão repugnantes que encheriam de indignação o mais insensível dos homens do povo.

Tenho sofrido ameaças de morte cada vez mais convincentes e a última me deixou mais preocupado que o habitual. Dessa vez a ameaça foi percebida por pessoas próximas que, sem falarem de modo direto, mostraram com suas atitudes e palavras que estavam realmente preocupadas. O perigo agora é percebido por familiares. Me disseram que a pessoa que tirará minha vida já está na cidade. Isso pode ser verdade ou não, mas toda ameaça de morte deve ser levada a sério por quem a sofreu. Por isso me queixei na DPO aqui de Santa Maria de Campos e estou postando esse texto com a intenção de indicar quem poderia estar por trás do possível atentado.

Os Suspeitos

(1) O governo brasileiro, pelas denúncias que estou fazendo contra ele;
(2) O sistema psiquiátrico, por eu ter descoberto um tratamento mais eficaz para problemas que são tratados atualmente com medicações cheias de efeitos colaterais;
(3) A Nova Ordem Mundial, representada hoje pelo presidente norte-americano Barak Obama;

Já adianto que se me matarem será feito algum esforço para me qualificar como um “louco”, para me imputar condutas de caráter duvidoso, para me acusar de crimes que eu teria cometido. Enfim, quando me matarem o caso será rapidamente abafado ou, se abafar o caso for difícil ou impossível, ele será noticiado no contexto mentiroso que referi: minha morte será um mistério ou uma fraude investigativa.

Um link esclarecedor é o seguinte:
http://www.docstoc.com/docs/5851601/O-Povo-Cego-e-as-Farsas-do-Poder
“O Povo Cego e as Farsas do Poder” (livro-denúncia)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Desistência de minha Candidatura a Presidência

Iniciei minha campanha política tateando no escuro. Não havia outra forma de iniciar tal empreitada, pois eu nada sabia sobre como conduzir uma iniciativa desta. Há menos de 1 ano do pleito percebo que a campanha não decolou. Caso houvesse minha campanha tido um mínimo de destaque, por menor que fosse, isso poderia servir de motivação. Se essa minha iniciativa tivesse tido algum respaldo de modo a me conduzir de modo natural a terceira colocação na preferência popular eu teria solicitado a justiça que eu voltasse a ter direitos políticos - a saber, poder votar e ser votado. Não tenho hoje, pela lei, nem o direito de votar tampouco o de ser votado.

Pode parecer estranho para o cidadão que alguém venha a se lançar pré-candidato sem que pudesse, desde o início, votar e ser votado. O motivo para isso é que ter abdicado de meu direito a votar e ser votado me possibilitou um retorno financeiro mínimo, mas suficiente para que eu não precisasse me preocupar com questões financeiras. Se eu tivesse essas preocupações não me seria possível planejar nem fazer nenhuma campanha. Tampouco eu teria qualquer interesse em política; estaria muito ocupado em procurar sobreviver, meramente. E devo dizer que minha
sobrevivência está cada vez mais difícil: tenho sofrido ameaças de morte e tenho sido vítima de sucessivas tentativas de homicídio, supostamente executadas pelo governo do rato barbudo (essa Lula que diz ser o Povo).

Estou desistindo de minha campanha presidencial para 2010. Entretanto, não desisto nem retrocedo um milímetro que seja de meu projeto político. Sei que muitas das idéias que tenho expresso são valiosas e ainda muito mais importantes que minha campanha presidencial. Senão vejamos: Tancredo Neves foi morto ao ser eleito; John F. Kennedy, presidente norte-americano, foi assassinado por, suponho, ter se tornado uma ameaça ao poder iniquo que domina o mundo; Martin Luther King foi morto por ter adquirido notoriedade suficiente para que pudesse desafiar a Mentira que governa este mundo - estes e muitos outros exemplos nos mostram que a luta
pela justiça não deve se amparar somente em nós mesmos, mas em nossas ideias. De fato, enquanto estivermos vivos, podemos buscar a justiça; mas e após sermos mortos? Tiros podem matar um homem, mas nem todo arsenal do mundo poderá destruir uma idéia.

"Tiros podem matar um homem, mas nem todo arsenal do mundo poderá destruir uma idéia." [eric campos bastos guedes, em 04/12/2009 às 11:28 am ]

A partir de agora passarei a trabalhar na criação de um partido político diferenciado, que espelhe as idéias que tenho expressado neste blog. Uma delas é a idéia da democracia direta, que se basea no governo exercido diretamente pela população, sem representantes que possam ser corrompidos; outra idéia é a transparência total dos representantes do povo, enquanto eles existirem. Não há como sinceramente esperar que um homem público seja honesto se as trapaças políticas são sempre feitas em particular, pelo abuso criminoso do direito a privacidade. O direito à privacidade é do homem do povo, não do homem público. O político que exerce cargo eletivo deve abdicar do direito à privacidade em pról do direito que as pessoas que ele representa tem de examinar sua conduta. A conduta de um representante deve sujeitar-se plenamente ao exame dos representados. Não há como esperar que um homem público seja honesto se as trapaças políticas são sempre feitas em particular, pelo abuso criminoso do direito a privacidade.

"A conduta de um representante deve sujeitar-se plenamente ao exame dos representados." [ eric campos bastos guedes, em 04/12/2009 às 12:35 pm]

"Não há como esperar que um homem público seja honesto se as trapaças
políticas são sempre feitas em particular, pelo abuso criminoso do direito a
privacidade." [ eric campos bastos guedes em 04/12/2009 às 12:24 pm]