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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Eric Campos Bastos Guedes: sobre minha morte

Cada vez mais os acontecimentos reforçam a tese de que os ‘terroristas’ somos nós. Quem examinar os fatos com algum cuidado logo chegará a conclusão de que o verdadeiro responsável pelo atentado ao World Trade Center não foi Osama Bin Laden, mas sim o próprio governo americano. Para constatar a veracidade do que digo basta assistir ao ótimo documentário Zeitgeist.

Pelo governo de Barak Obana não ter buscado esclarecer os fatos relativos ao atentado de 11 de setembro, segue-se naturalmente a conclusão de que o presidente Obama está também envolvido no crime infame. Sendo os Estados Unidos da América o modelo padrão de democracia e poder, deduz-se que a democracia norte-americana, do modo como está, é uma grande fraude e que, portanto, a democracia a nível planetário encontra-se sob grave ameaça.

O problema é mundial, não me parece ser de alguns países apenas. Esse é o grande problema. No passado, se fôssemos perseguidos em nosso país, poderíamos pedir asilo em outro. Essa solução do asilo parece ser um tanto inacessível para grande parte da população. Como sobreviver num país estranho, com outro idioma, outros costumes e outras leis? Ainda que nos adaptemos bem, sendo mundial o problema enfrentado, que garantias se pode ter de não sermos perseguidos também em solo estrangeiro? Se a perseguição não cessar, teremos feito um grande esforço em vão e teremos gasto nossos recursos financeiros debalde.

Muitas pessoas que buscam a Excelência no que fazem e que não se corrompem diante das seduções do mundo e não se acovardaram diante das ameaças de nossos carrascos estão sob risco de morte. O poder que ilude e engana a população teme que suas mentiras sejam desmascaradas. E o temor dessas pessoas explica-se diante de atos tão baixos, tão pérfidos e tão repugnantes que encheriam de indignação o mais insensível dos homens do povo.

Tenho sofrido ameaças de morte cada vez mais convincentes e a última me deixou mais preocupado que o habitual. Dessa vez a ameaça foi percebida por pessoas próximas que, sem falarem de modo direto, mostraram com suas atitudes e palavras que estavam realmente preocupadas. O perigo agora é percebido por familiares. Me disseram que a pessoa que tirará minha vida já está na cidade. Isso pode ser verdade ou não, mas toda ameaça de morte deve ser levada a sério por quem a sofreu. Por isso me queixei na DPO aqui de Santa Maria de Campos e estou postando esse texto com a intenção de indicar quem poderia estar por trás do possível atentado.

Os Suspeitos

(1) O governo brasileiro, pelas denúncias que estou fazendo contra ele;
(2) O sistema psiquiátrico, por eu ter descoberto um tratamento mais eficaz para problemas que são tratados atualmente com medicações cheias de efeitos colaterais;
(3) A Nova Ordem Mundial, representada hoje pelo presidente norte-americano Barak Obama;

Já adianto que se me matarem será feito algum esforço para me qualificar como um “louco”, para me imputar condutas de caráter duvidoso, para me acusar de crimes que eu teria cometido. Enfim, quando me matarem o caso será rapidamente abafado ou, se abafar o caso for difícil ou impossível, ele será noticiado no contexto mentiroso que referi: minha morte será um mistério ou uma fraude investigativa.

Um link esclarecedor é o seguinte:
http://www.docstoc.com/docs/5851601/O-Povo-Cego-e-as-Farsas-do-Poder
“O Povo Cego e as Farsas do Poder” (livro-denúncia)

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Eric Campos Bastos Guedes: sobre minha morte

Cada vez mais os acontecimentos reforçam a tese de que os ‘terroristas’ somos nós. Quem examinar os fatos com algum cuidado logo chegará a conclusão de que o verdadeiro responsável pelo atentado ao World Trade Center não foi Osama Bin Laden, mas sim o próprio governo americano. Para constatar a veracidade do que digo basta assistir ao ótimo documentário Zeitgeist.

Pelo governo de Barak Obana não ter buscado esclarecer os fatos relativos ao atentado de 11 de setembro, segue-se naturalmente a conclusão de que o presidente Obama está também envolvido no crime infame. Sendo os Estados Unidos da América o modelo padrão de democracia e poder, deduz-se que a democracia norte-americana, do modo como está, é uma grande fraude e que, portanto, a democracia a nível planetário encontra-se sob grave ameaça.

O problema é mundial, não me parece ser de alguns países apenas. Esse é o grande problema. No passado, se fôssemos perseguidos em nosso país, poderíamos pedir asilo em outro. Essa solução do asilo parece ser um tanto inacessível para grande parte da população. Como sobreviver num país estranho, com outro idioma, outros costumes e outras leis? Ainda que nos adaptemos bem, sendo mundial o problema enfrentado, que garantias se pode ter de não sermos perseguidos também em solo estrangeiro? Se a perseguição não cessar, teremos feito um grande esforço em vão e teremos gasto nossos recursos financeiros debalde.

Muitas pessoas que buscam a Excelência no que fazem e que não se corrompem diante das seduções do mundo e não se acovardaram diante das ameaças de nossos carrascos estão sob risco de morte. O poder que ilude e engana a população teme que suas mentiras sejam desmascaradas. E o temor dessas pessoas explica-se diante de atos tão baixos, tão pérfidos e tão repugnantes que encheriam de indignação o mais insensível dos homens do povo.

Tenho sofrido ameaças de morte cada vez mais convincentes e a última me deixou mais preocupado que o habitual. Dessa vez a ameaça foi percebida por pessoas próximas que, sem falarem de modo direto, mostraram com suas atitudes e palavras que estavam realmente preocupadas. O perigo agora é percebido por familiares. Me disseram que a pessoa que tirará minha vida já está na cidade. Isso pode ser verdade ou não, mas toda ameaça de morte deve ser levada a sério por quem a sofreu. Por isso me queixei na DPO aqui de Santa Maria de Campos e estou postando esse texto com a intenção de indicar quem poderia estar por trás do possível atentado.

Os Suspeitos

(1) O governo brasileiro, pelas denúncias que estou fazendo contra ele;
(2) O sistema psiquiátrico, por eu ter descoberto um tratamento mais eficaz para problemas que são tratados atualmente com medicações cheias de efeitos colaterais;
(3) A Nova Ordem Mundial, representada hoje pelo presidente norte-americano Barak Obama;

Já adianto que se me matarem será feito algum esforço para me qualificar como um “louco”, para me imputar condutas de caráter duvidoso, para me acusar de crimes que eu teria cometido. Enfim, quando me matarem o caso será rapidamente abafado ou, se abafar o caso for difícil ou impossível, ele será noticiado no contexto mentiroso que referi: minha morte será um mistério ou uma fraude investigativa.

Um link esclarecedor é o seguinte:
http://www.docstoc.com/docs/5851601/O-Povo-Cego-e-as-Farsas-do-Poder
“O Povo Cego e as Farsas do Poder” (livro-denúncia)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Desistência de minha Candidatura a Presidência

Iniciei minha campanha política tateando no escuro. Não havia outra forma de iniciar tal empreitada, pois eu nada sabia sobre como conduzir uma iniciativa desta. Há menos de 1 ano do pleito percebo que a campanha não decolou. Caso houvesse minha campanha tido um mínimo de destaque, por menor que fosse, isso poderia servir de motivação. Se essa minha iniciativa tivesse tido algum respaldo de modo a me conduzir de modo natural a terceira colocação na preferência popular eu teria solicitado a justiça que eu voltasse a ter direitos políticos - a saber, poder votar e ser votado. Não tenho hoje, pela lei, nem o direito de votar tampouco o de ser votado.

Pode parecer estranho para o cidadão que alguém venha a se lançar pré-candidato sem que pudesse, desde o início, votar e ser votado. O motivo para isso é que ter abdicado de meu direito a votar e ser votado me possibilitou um retorno financeiro mínimo, mas suficiente para que eu não precisasse me preocupar com questões financeiras. Se eu tivesse essas preocupações não me seria possível planejar nem fazer nenhuma campanha. Tampouco eu teria qualquer interesse em política; estaria muito ocupado em procurar sobreviver, meramente. E devo dizer que minha
sobrevivência está cada vez mais difícil: tenho sofrido ameaças de morte e tenho sido vítima de sucessivas tentativas de homicídio, supostamente executadas pelo governo do rato barbudo (essa Lula que diz ser o Povo).

Estou desistindo de minha campanha presidencial para 2010. Entretanto, não desisto nem retrocedo um milímetro que seja de meu projeto político. Sei que muitas das idéias que tenho expresso são valiosas e ainda muito mais importantes que minha campanha presidencial. Senão vejamos: Tancredo Neves foi morto ao ser eleito; John F. Kennedy, presidente norte-americano, foi assassinado por, suponho, ter se tornado uma ameaça ao poder iniquo que domina o mundo; Martin Luther King foi morto por ter adquirido notoriedade suficiente para que pudesse desafiar a Mentira que governa este mundo - estes e muitos outros exemplos nos mostram que a luta
pela justiça não deve se amparar somente em nós mesmos, mas em nossas ideias. De fato, enquanto estivermos vivos, podemos buscar a justiça; mas e após sermos mortos? Tiros podem matar um homem, mas nem todo arsenal do mundo poderá destruir uma idéia.

"Tiros podem matar um homem, mas nem todo arsenal do mundo poderá destruir uma idéia." [eric campos bastos guedes, em 04/12/2009 às 11:28 am ]

A partir de agora passarei a trabalhar na criação de um partido político diferenciado, que espelhe as idéias que tenho expressado neste blog. Uma delas é a idéia da democracia direta, que se basea no governo exercido diretamente pela população, sem representantes que possam ser corrompidos; outra idéia é a transparência total dos representantes do povo, enquanto eles existirem. Não há como sinceramente esperar que um homem público seja honesto se as trapaças políticas são sempre feitas em particular, pelo abuso criminoso do direito a privacidade. O direito à privacidade é do homem do povo, não do homem público. O político que exerce cargo eletivo deve abdicar do direito à privacidade em pról do direito que as pessoas que ele representa tem de examinar sua conduta. A conduta de um representante deve sujeitar-se plenamente ao exame dos representados. Não há como esperar que um homem público seja honesto se as trapaças políticas são sempre feitas em particular, pelo abuso criminoso do direito a privacidade.

"A conduta de um representante deve sujeitar-se plenamente ao exame dos representados." [ eric campos bastos guedes, em 04/12/2009 às 12:35 pm]

"Não há como esperar que um homem público seja honesto se as trapaças
políticas são sempre feitas em particular, pelo abuso criminoso do direito a
privacidade." [ eric campos bastos guedes em 04/12/2009 às 12:24 pm]

domingo, 24 de maio de 2009

Minha plataforma política: o povo governará

A função de presidente da república é tão importante que todos deveriam saber o tempo todo o que está fazendo o senhor presidente. É do ocupante deste cargo que dependem a economia nacional, a saúde e a educação do povo, a riqueza do país etc. Tantas coisas dependem do presidente que não é possível deixá lo fora das vistas do povo por um momento sequer. Isto seria um risco enorme. O risco de ver o país entregue nas mãos de ladrões, o risco de ver o povo abandonado à própria sorte, o risco de perdermos nossas riquezas e nossos direitos.

Fica claro que, sendo o presidente um homem público e representante do povo, ele deveria cumprir sua função de modo absolutamente transparente, para que o povo pudesse saber quem de fato ele é e para que não houvesse engano no julgamento do povo.

Quanto a isso, meu projeto é o seguinte: manterei um canal aberto com a população 24 horas por dia, sete dias por semana – o tempo inteiro – onde todos saberão o que faço o tempo todo. Haverá câmeras de TV vigiando cada um de meus passos o tempo todo. As imagens irão ao vivo para a emissora de TV estatal e cada cidadão terá acesso a minha vida simplesmente ligando a TV ou pela Internet. Cada documento que eu assinar será disponibilizado na Internet, haverá um canal televisivo ao vivo 24 horas por dia filmando cada um de meus atos como presidente e como cidadão. O motivo é que assim não será possível haver nenhum tipo de negócio escuso, nenhum tipo de corrupção, nenhum tipo de engano - coisa muito diferente do que ocorre hoje.

O povo será consultado antes de cada uma de minhas decisões. Eu decidirei exatamente o que o povo escolher. As votações e discussões ocorrerão pela Internet em tempo real através de um sistema criptográfico que permitirá verificar a apuração de cada voto por cada cidadão brasileiro. Serei simplesmente um veículo da vontade popular, cumprindo cada uma das escolhas do povo.

O cidadão que quiser participar das decisões políticas simplesmente irá para frente do computador ou do celular, e a partir daí poderá sugerir idéias políticas, propor decretos presidenciais, vetar leis, escolher ministros, demitir ministros e dirigir a nação. Nada mais natural, já que a democracia é o governo do povo, para o povo e pelo povo.

domingo, 29 de março de 2009

Governo executa plano para elevar custo da água

(Redigido em 15/02/2009 às 11:49hs)

Já há alguns anos o governo federal vem veiculando uma campanha publicitária nas emissoras de TV para alertar a população sobre a importância da economia de água. Deixar a torneira ou o chuveiro gotejando causaria o desperdício de uma quantidade absurda de água; lavar o carro com uma mangueira seria a causa de uma crise sem precedentes que afetaria a todos; deixar a torneira aberta enquanto se escova os dentes seria um atentado contra o povo do Brasil.

A verdade, porém, é que essa publicidade na TV é uma estratégia de manipulação bem conhecida. Cria-se um problema para depois se oferecer uma pseudo-solução, fazendo-nos aceitar medidas amargas como “dolorosas, mas necessárias”. A campanha que o governo Lula faz para alertar sobre a importância da economia de água tem a finalidade de acostumar o povo com a idéia da falta de água. Ora, sabe-se que o Brasil sempre foi um país com vastos recursos hídricos. Temos muitos rios e a maior parte de nosso território não sofre com a carência de água.

O que está ocorrendo é que o governo será o único culpado por uma eventual carência de água no Brasil, se ele não fizer investimentos mínimos para garantir o abastecimento da população. Parece-me que o governo está preparando um brutal aumento do custo da água no país. Nossa água sempre foi barata, pois a tínhamos em abundância. Agora o governo quer nos fazer acreditar que temos pouca água. Nada mais falso. O Brasil nunca precisou economizar água, temos o suficiente do precioso líquido.

Por enquanto.

A campanha veiculada pelo governo sobre a importância da economia da água está preparando psicologicamente o povo brasileiro para um aumento absolutamente absurdo no custo da água. Este aumento atingirá principalmente as classes mais pobres e a classe média, pois é nelas que o custo da água representa uma fatia maior do orçamento doméstico.

Quando o desastre aqui previsto estiver consumado, que o povo se lembre que o alertei.

A proposta do governo exercido diretamente pelo povo

Auto-gestão – uma proposta política razoável

Imagine se você pagasse outrem, a peso de ouro, para administrar suas finanças. Cerca de 43% do que você ganha, daria ao administrador para ele gerir como bem entendesse: escolher em que escola matricular seus filhos, escolher seu plano de saúde, tomar conta de seus investimentos, gerir suas contribuições previdenciárias, escolher que canais de TV assistir, quanto pagar de mesada etc. Isso tudo sem que o administrador desse qualquer satisfação sobre o dinheiro gasto e tenha poderes para decidir que percentual do salário do infeliz caberia a ele gerenciar.

Isso seria um total absurdo, diria meu distraído leitor. Porém, tal coisa ocorre hoje em dia em escala mundial. Quadrilhas a mando do grande capital internacional se encastelam como governos das nações e espoliam a população mundial com a conivência dos povos dessas nações. Isso ocorre já há muitos séculos, porém, o atual momento histórico, com amplo uso dos meios
contemporâneos de comunicação – Internet, e-mail, Orkut, Yahoo!Respostas, YouTube entre outros – possibilita a criação de um governo exercido pelo próprio povo sem intermediários.

Nossa principal proposta é criar mecanismos que permitam que o povo proponha projetos de lei nos quais ele mesmo votará. Caberá ao povo determinar quanto imposto pagará e quanto desse imposto será destinado a cada área de investimento governamental. A própria população será chamada a decidir a carga tributária e o percentual desta carga aplicado em saúde, educação, segurança, saneamento básico etc.Na Grécia antiga, nos primórdios da democracia, era o conjunto dos cidadãos que votava as propostas de lei, numa assembléia chamada ágora. Afinal,
sendo a democracia o governo do povo, nada mais adequado que a própria população escolher as leis a que se submeterá. Portanto, a idéia de um governo exercido pela própria população não é nova, pois a história nos provê um exemplo bem sucedido de tal governo.

A democracia deve ser discutida

O conceito de democracia como é concebido hoje no mundo é baseado numa grande mentira: a legitimidade do voto.

A idéia de que é o povo que escolhe seus governantes pelo voto é um equívoco. A esmagadora maioria dos governantes escolhidos pelo voto da população é composta por pessoas muito diferentes dos seus eleitores e que normalmente não tem nenhum compromisso com a população. Não é que o povo não sabe votar. A verdade é que não há transparência no governo para que o povo conheça seus candidatos e seus governantes. Votamos em imagens tecnicamente construídas para nos dar falsas esperanças, obter nossos votos e em seguida ouvir dessas mesmas imagens uma retórica vazia de realizações, um discurso próximo do show business. Não há diferença significativa entre a novela das 8 e a novela da política. Ambas são ficções cuja finalidade é nos distrair dos verdadeiros problemas que deveríamos nos ocupar em resolver.

Se o voto é legítimo, porque a imensa maioria dos governantes tem muito mais dinheiro que nós? Será que o povo tem algum tipo de predileção por candidatos milionários? Uma campanha política é tão absurdamente onerosa que dificulta deveras a eleição de alguém da classe média. Assim, a escolha dos governantes já é tendenciosa na base. Pessoas abastadas não se intimidam diante das somas necessárias para pleitearem vagas eletivas no governo. Por outro lado, tais somas são proibitivas para a classe média. O resultado é um governo constituído majoritariamente por pessoas acostumadas com luxos e mimos que não fazem parte da realidade das classes média e proletária que os elegeram. Os eleitos preocupam-se, então, com questões
próprias de sua classe social, que tem muito pouco em comum com a problemática das classes mais pobres. Para o abastado o preço do queijo do reino é muito mais importante que o preço do pão francês. O abastado não está preocupado com o preço das roupas numa loja de departamentos ou num camelô, mas sim com o das roupas milionárias de estilistas famosos. O
milionário não se importa com o preço de um carro popular, desses que vemos nos anúncios de TV, mas sim em adquirir uma Ferrari, um Porche ou carros ainda mais caros. Porque haveria o endinheirado, então, de legislar em favor de quem consome pão francês, roupas de camelô e carros populares? Ele não tem essa preocupação, pois tais coisas não fazem parte de sua realidade.

A conclusão é que o voto como hoje o conhecemos será sempre tendencioso, fazendo com que o custo das campanhas políticas favoreça sempre a eleição dos mais ricos, que legislarão também para os mais ricos.

O governo exercido diretamente pela população


A forma mais segura de garantir que o governo seja constituído por pessoas que representem a população de modo justo e imparcial é fazer com que o poder político seja exercido diretamente por todo o povo. Quando o Partido do Avanço Tecnológico assumir o poder, cada cidadão terá o direito de propor projetos de lei que serão votados por toda a população. O governo exercido deste modo será efetivamente do povo, para o povo e pelo povo. Não haverá corrupção no governo, pois isto seria como legislar contra si mesmo, algo como pagar um matador para matar ele mesmo, ou convencer um ladrão a roubar de si mesmo. O governo exercido diretamente pelo povo é o único que pode ser justo com o povo, pois não faz sentido ser injusto consigo mesmo.

Reinaria a justiça, pois sendo justo o governo, tudo o mais o seria, uma vez que é o governo que regula o comportamento da sociedade como um todo, indica a direção a seguir, as leis a obedecer, as obras a fazer e em que áreas investir. O governo exercido diretamente pelo povo será, portanto, um governo justo.

O governo Lula provoca a falta de água no Brasil

(Redigido em 15/02/2009 às 11:49hs)

Já há alguns anos o governo federal vem veiculando uma campanha publicitária nas emissoras de TV para alertar a população sobre a importância da economia de água. Deixar a torneira ou o chuveiro gotejando causaria o desperdício de uma quantidade absurda de água; lavar o carro com uma mangueira seria a causa de uma crise sem precedentes que afetaria a todos; deixar a torneira aberta enquanto se escova os dentes seria um atentado contra o povo do Brasil.

A verdade, porém, é que essa publicidade na TV é uma estratégia de manipulação bem conhecida. Cria-se um problema para depois se oferecer uma pseudo-solução, fazendo-nos aceitar medidas amargas como “dolorosas, mas necessárias”. A campanha que o governo Lula faz para alertar sobre a importância da economia de água tem a finalidade de acostumar o povo com a idéia da falta de água. Ora, sabe-se que o Brasil sempre foi um país com vastos recursos hídricos. Temos muitos rios e a maior parte de nosso território não sofre com a carência de água.

O que está ocorrendo é que o governo será o único culpado por uma eventual carência de água no Brasil, se ele não fizer investimentos mínimos para garantir o abastecimento da população. Parece-me que o governo está preparando um brutal aumento do custo da água no país. Nossa água sempre foi barata, pois a tínhamos em abundância. Agora o governo quer nos fazer acreditar que temos pouca água. Nada mais falso. O Brasil nunca precisou economizar água, temos o suficiente do precioso líquido.

Por enquanto.

A campanha veiculada pelo governo sobre a importância da economia da água está preparando psicologicamente o povo brasileiro para um aumento absolutamente absurdo no custo da água. Este aumento atingirá principalmente as classes mais pobres e a classe média, pois é nelas que o custo da água representa uma fatia maior do orçamento doméstico.

Quando o desastre aqui previsto estiver consumado, que o povo se lembre que o alertei.

sábado, 14 de março de 2009

Carta aberta aos direitos humanos

No Brasil muitas pessoas estão sendo mantidas em cárcere sem que tenham cometido crime algum. Alega-se que se tratam de doentes mentais quando, na verdade, elas não tem doença alguma, excetuando as causadas pelas próprias drogas que lhes são ministradas a força.

Essas pessoas vivem completamente alienadas, pois lhes é negado o acesso a cultura, a informação de bom nível, ao estudo e ao desenvolvimento enquanto seres humanos. 

Cito o caso do interno Wilson Madeira do Hospital Psiquiátrico de Jurujuba, vítima de drogadição e, possivelmente, de abuso sexual por parte de funcionários do HPJ e de outros internos. Menciono também o meu caso: após obter a sétima colocação brasileira na Olimpíada Iberoamericana de Matemática Universitária em 2006 sofri diversas internações absolutamente sem necessidade médica e sem que se cumprissem as condições para tanto. A motivação foi de caráter pessoal ou político.

Nessas internações tentaram, por diversas vezes, matar-me provocando um enfarte via mistura de medicamentos. Acordava a noite com 152 pulsações por minuto e ia queixar-me a enfermeira. Ela media meu pulso e dizia que estava normal, negando o obvio para não criar problemas com seus superiores. Quando chamavam um médico a única finalidade dele era me ministrar mais remédios - os mesmos que causaram a taquicardia. Certa vez, no Hospital Psiquiátrico de Jurujuba, perdi o equilíbrio e caí no chão. De tal forma fui drogado pelos meus algozes que vi o chão ir e voltar rapidamente e várias vezes, diante de meus olhos. Não sei porque tentaram matar-me, tudo que imagino até agora a esse respeito é mera conjectura.

Cito também o caso de Geraldo Lousada que é mantido em cárcere contra a vontade já há mais de 10 anos na Casa de Saúde Saint Roman, na cidade do Rio de Janeiro. Geraldo foi meu companheiro de quarto e manifesta constantemente a vontade de voltar para casa. Não percebi no comportamento dele nenhum motivo que justificasse sua internação por tanto tempo.

Há, ainda, o caso de Bruno Guimarães da Fonseca que é inteligente e não tem nenhuma doença mental. Ao contrário, ele é culto, busca desenvolver-se e manter a saúde. A despeito disso ele é mantido preso (internado) e se torna um verdadeiro escravo dos caprichos da família.

Penso que esta situação se mantém por três motivos:

  • A necessidade que o governo tem de uma opção para silenciar opositores políticos;
  • O fortalecimento da indústria de drogas psicotrópicas que movimentam cerca de 1 trilhão de dólares por ano;
  • A satisfação das pessoas mais velhas da família, que representam o poder instituído, em destruírem a vida de quem consideram não merecedores do sucesso, mantendo-as legalmente presas.
Mortes suspeitas pelo uso de drogas psicotrópicas ocorrem e algumas delas são noticiadas pela imprensa. A mais comentada foi a do campeão de Jiu-jitsu Ryan Gracie, que foi morto devido à administração dessas drogas.

Também há o caso de minha avó, Dermontina da Silva Campos, que aos 91 anos de idade foi submetida a drogadição por sua filha Vera Lucia de Campos que - amparada por médicos e pela cultura da impunidade e do favorecimento do status quo - ministrou Haloperidol e Neozine à sua mãe idosa, levando-a da incapacidade relativa à incapacidade total e finalmente à morte ao cabo de alguns meses. Então forjaram um laudo em que Dermontina teria, supostamente,  morrido em decorrência do mal de Alzeimer, doença que sequer foi cogitada enquanto minha avó ainda estava lúcida.

Tenho medo de morrer do mesmo modo.

Há um exame neurológico - ressonância com espectroscopia - que determina se alguém é esquizofrênico ou não. Entretanto, tal exame é feito muito raramente e geralmente a autoridade de um psiquiatra é suficiente para que uma pessoa seja considerada portadora de esquizofrenia. A autoridade psiquiátrica é tomada como verdade por todos, inclusive pelos demais médicos, sem que seja exigido o exame correspondente. Isto dá margem às mais absurdas arbitrariedades no que tange à diagnósticos psiquiátricos de esquizofrenia.

Tenho corrido risco de morte a cada nova internação. Tenho seqüelas das drogadições a que fui submetido à força desde 2007. Sofro de hipotireoidismo em decorrência dos remédios que me deram. Lesões neurológicas que quiça hoje eu tenha são devidas às drogadições a que fui submetido, e não a nenhuma doença pré-existente.

Pessoas de poder tem se valido da medicina para eliminar adversários. O serviço secreto tem sido usado para eliminar quem pode incomodar os poderosos. Penso que a princesa Diana tenha sido morta pelo serviço secreto, que meramente realizou o trabalho para o qual foi constituído: garantir que o poder permaneça nas mãos sujas de quem já o possua. O ex-presidente do Brasil, João Goulart, também foi morto desse modo e pelo mesmo tipo de pessoas. Também há que se mencionar Tancredo Neves, que morreu com um tiro. No dia do atentado a reporter Glória Maria, fazendo seu trabalho, iniciou a reportagem: "O presidente Tancredo Neves acaba de levar um" e a reportagem foi cortada, Glória Maria ficou um bom tempo sem aparecer e finalmente o assunto se transformou numa lenda, uma mera curiosidade.

Friso que muitas mortes como as aqui relatadas ainda ocorrem na atualidade no Brasil e, provavelmente, em todo o mundo.


Um governo factóide

O governo Lula é um governo factóide. A população imagina que há um governo. Há governo? Não há.

Em 2002 fui um dos eleitores de Lula. Lembro-me do momento em que confirmei o voto: poucas vezes na vida fiquei tão satisfeito em apertar um botão. Nós, eleitores, imaginávamos um Brasil melhor. Imaginávamos um Brasil sem a corrupção endêmica que nos aflige; um Brasil onde não houvesse um abismo separando a justiça do abastado da justiça do miserável; um Brasil onde quem depende da saúde pública não morresse na fila aguardando atendimento.

Quando Lula foi eleito a suposta existência de 20 milhões de miseráveis que passavam fome justificou a criação do programa Fome Zero. Hoje fala-se em 11 milhões de famintos. Um disparate completo! Se Lula passou 7 anos no poder para matar a fome de 9 milhões de pessoas - com esforço mínimo - poderia ter sanado o problema todo com um pouco mais de esforço somente. Afinal, quem tem fome tem pressa!

A maioria dos eleitores de Lula - dezenas de milhões de pessoas - esperavam um governo de fato, não um factóide, uma ficção da mídia que só sabe dizer amém para o capeta.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Governo Participativo

Meu governo será pautado pela consulta constante do eleitorado brasileiro a respeito de todas as grandes questões nacionais. O eleitorado será consultado pela Internet a cada momento. A escolha do ministério, do valor dos impostos, das diretrizes das políticas públicas, do orçamento e tudo o que for de essencial importância será feito com a consulta ao eleitorado, via Internet.

O cidadão terá a oportunidade de propor projetos de lei, que serão votados pelos próprios cidadãos. O único modo de haver um governo realmente preocupado com o povo é fazer com que o próprio povo faça seu governo. A população não é uma criança pequena que depende de outrem para lhe dizer o que pode e o que não pode ser feito. A população é que tem que decidir seu próprio caminho. Do contrário, não poderá dar-se o direito de indignar-se, protestar ou clamar por justiça, visto que renunciou a oportunidade de exercer o poder que é seu por direito outorgando a outrem - os políticos - esse mesmo poder.

Não há legitimidade em reclamar da conduta dos políticos, pois o que eles fazem, fazem com o poder que nós mesmos lhes demos pelo voto. Um governo somente será legitimanente popular se o próprio povo o exercer. Com essa finalidade, entre minhas primeiras ações como presidente da república, criarei mecanismos que permitam às pessoas exercerem de modo direto seu direito às escolhas políticas.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Fome 1 x Dinheiro 0

Estou morto de fome e só tenho 16 centavos. Minha esposa está viajando e graças a Deus não está passando por isso. Não tenho acesso ao meu pagamento mensal (R$1150,00/mês) porque fui interditado por minha mãe que não mora comigo e que precisa que eu morra para que ela receba o pagamento pela venda de uma casa que também era minha e que o juiz não libera o alvará por se tratar de um imóvel que pertence, também, a um interditado (eu). Ela já mandou me internar numa clínica psiquiátrica para ver se eu morria por lá, mas escapei, graças a Deus, porém, não sem sequelas (hipotireoidismo e perda de memória, sem falar nos meses de minha vida que perdi e nas humilhações pelas quais passei). Estou com fome. A pergunta é: como consigo me alimentar dignamente nas próximas horas?

Minha parenta mais próxima é uma tia que consegue ser ainda pior que minha mãe. Para voces terem uma idéia ela me furtou alguns livros enquanto eu estive internado (incluindo uma Bíblia) e drogou sua própria mãe (minha avó) com remédios tão fortes e durante tanto tempo que ela acabou morrendo. No laudo puseram Alzheimer, sendo que minha avó somente apresentou perda importante de memória e cognição após iniciar o "tratamento" com drogas psicotrópicas e neurolépticos, tais como haloperidol e levomepromazina.

Fora essa minha tia, não conheço a localização de mais nenhum parente próximo. Os outros moram muito longe e não tenho contato com eles.

Os vizinhos não tem me ajudado. Vou tentar falar com algum amigo, mas único com quem tenho algum contato sem ser por telefone e pela Internet talvez não esteja na cidade.

Detalhe: liguei para o fome zero (0800 707 2003) e eles desligaram na minha cara. Essa foi a quarta vez que liguei e foi a primeira vez que consegui falar. Na primeira vez era feriado e o fome zero não funciona no feriado; no dia seguinte era sábado - e eles também não te atendem no sábado e não ia adiantar ligar no domingo...; liguei noutro dia, mas não consegui falar, pois já passava das 19 horas, e nesse horário eles também não te atendem...